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sexta-feira, 22 de setembro de 2017
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Mensagem do Chefe da Casa Imperial do Brasil aos brasileiros no Dia da Pátria
AOS BRASILEIROS DISPOSTOS A SERVIR A PÁTRIA
EM QUALQUER CAMPO E EM QUALQUER MOMENTO
Mensagem do Chefe da Casa Imperial do Brasil no Dia da Independência
Há 195 anos meu tetravô, o Imperador Dom Pedro I — em boa medida inspirado por Dona Leopoldina — proclamou a Independência do Brasil, com o coração cheio de esperanças pelo futuro da nação que nascia desse feito.
A proclamação da Independência não se deu como um ato de ruptura com nosso passado, mas procurou seguir a trilha civilizatória que nossos ancestrais vinham imprimindo à Terra de Santa Cruz desde seu nascedouro.
Passados quase dois séculos, desde aquele 7 de Setembro, muitos brasileiros sentem-se desanimados com a desmoralização generalizada das instituições republicanas, com o descrédito acentuado de tantos e tantos de nossos homens públicos. E consideram com apreensão o futuro de nosso vilipendiado Brasil, a quem, entretanto, a Providência dotou de riquezas a bem dizer inesgotáveis, de esplendorosas belezas naturais e de um povo cordato e laborioso.
Como Chefe da Casa Imperial do Brasil, não posso deixar de considerar com especial benevolência o crescente número de nossos patrícios – em grande medida jovens – que se voltam com afeto e esperança para nosso passado monárquico, vendo nele uma saída de continuidade para a imensa crise que se abate sobre o País. O exemplo de nossos maiores é para eles inspirador: Dom João VI, que olhou para o Brasil cheio de bondade, para aqui transladou a capital do Reino Unido e aqui foi aclamado, plantando a semente de nossa nacionalidade; Dom Pedro I, o ardoroso herói da Independência, que se sacrificou pela Pátria; Dom Pedro II, que por meio século garantiu a estabilidade, a paz, a integridade e, sobretudo, a grandeza da Nação; a Princesa Isabel, a Redentora de toda uma raça, que não hesitou em arriscar seu trono para libertar o elemento servil. É, pois, compreensível que cresça a cada dia um legítimo e digno sentimento monárquico, que aguarda alviçareiro sua efetividade política em dias futuros, sempre dentro da observância da ordem.
A Família Imperial, mesmo durante os 128 anos de regime republicano, soube aproveitar todas as oportunidades para bem servir o Brasil, dentro da mais estrita legalidade. Temos a consciência, como nos ensinaram nossos maiores, que nós, mais ainda do que quaisquer outros brasileiros, temos pesadas obrigações para com a Pátria, e devemos estar dispostos a servi-la em qualquer campo e em qualquer momento que isso nos seja pedido.
Na presente conjuntura histórica, em que um feixe de crises institucionais atinge os fundamentos de nossa nacionalidade e os valores cristãos que sempre a regeram, e em que comoções ideológicas e turbulências externas parecem espreitar à nossa porta, como Chefe da Casa Imperial do Brasil gostaria de dirigir um apelo à sociedade brasileira a que não permita que o desânimo a faça desfalecer ante um presente desolador. Cabe a cada brasileiro empenhar seus esforços para despertar do letargo e do comodismo a muitos de nossos compatriotas, para impedir que as forças minoritárias do caos subjuguem nosso Brasil independente.
Rogo, pois, a Nossa Senhora Aparecida, a quem Dom Pedro I consagrou o Brasil como Rainha e Padroeira, que guie nosso povo na presente conjuntura, para que alcance o futuro de grandeza e de esperança cristãs que palpita no coração de cada verdadeiro brasileiro.
São Paulo, 7 de Setembro de 2017
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil
EM QUALQUER CAMPO E EM QUALQUER MOMENTO
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| Foto: Reprodução |
Mensagem do Chefe da Casa Imperial do Brasil no Dia da Independência
Há 195 anos meu tetravô, o Imperador Dom Pedro I — em boa medida inspirado por Dona Leopoldina — proclamou a Independência do Brasil, com o coração cheio de esperanças pelo futuro da nação que nascia desse feito.
A proclamação da Independência não se deu como um ato de ruptura com nosso passado, mas procurou seguir a trilha civilizatória que nossos ancestrais vinham imprimindo à Terra de Santa Cruz desde seu nascedouro.
Passados quase dois séculos, desde aquele 7 de Setembro, muitos brasileiros sentem-se desanimados com a desmoralização generalizada das instituições republicanas, com o descrédito acentuado de tantos e tantos de nossos homens públicos. E consideram com apreensão o futuro de nosso vilipendiado Brasil, a quem, entretanto, a Providência dotou de riquezas a bem dizer inesgotáveis, de esplendorosas belezas naturais e de um povo cordato e laborioso.
Como Chefe da Casa Imperial do Brasil, não posso deixar de considerar com especial benevolência o crescente número de nossos patrícios – em grande medida jovens – que se voltam com afeto e esperança para nosso passado monárquico, vendo nele uma saída de continuidade para a imensa crise que se abate sobre o País. O exemplo de nossos maiores é para eles inspirador: Dom João VI, que olhou para o Brasil cheio de bondade, para aqui transladou a capital do Reino Unido e aqui foi aclamado, plantando a semente de nossa nacionalidade; Dom Pedro I, o ardoroso herói da Independência, que se sacrificou pela Pátria; Dom Pedro II, que por meio século garantiu a estabilidade, a paz, a integridade e, sobretudo, a grandeza da Nação; a Princesa Isabel, a Redentora de toda uma raça, que não hesitou em arriscar seu trono para libertar o elemento servil. É, pois, compreensível que cresça a cada dia um legítimo e digno sentimento monárquico, que aguarda alviçareiro sua efetividade política em dias futuros, sempre dentro da observância da ordem.
A Família Imperial, mesmo durante os 128 anos de regime republicano, soube aproveitar todas as oportunidades para bem servir o Brasil, dentro da mais estrita legalidade. Temos a consciência, como nos ensinaram nossos maiores, que nós, mais ainda do que quaisquer outros brasileiros, temos pesadas obrigações para com a Pátria, e devemos estar dispostos a servi-la em qualquer campo e em qualquer momento que isso nos seja pedido.
Na presente conjuntura histórica, em que um feixe de crises institucionais atinge os fundamentos de nossa nacionalidade e os valores cristãos que sempre a regeram, e em que comoções ideológicas e turbulências externas parecem espreitar à nossa porta, como Chefe da Casa Imperial do Brasil gostaria de dirigir um apelo à sociedade brasileira a que não permita que o desânimo a faça desfalecer ante um presente desolador. Cabe a cada brasileiro empenhar seus esforços para despertar do letargo e do comodismo a muitos de nossos compatriotas, para impedir que as forças minoritárias do caos subjuguem nosso Brasil independente.
Rogo, pois, a Nossa Senhora Aparecida, a quem Dom Pedro I consagrou o Brasil como Rainha e Padroeira, que guie nosso povo na presente conjuntura, para que alcance o futuro de grandeza e de esperança cristãs que palpita no coração de cada verdadeiro brasileiro.
São Paulo, 7 de Setembro de 2017
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Noivado do Príncipe Philip
"Suas Altezas Reais Príncipe Herdeiro Alexander, Princesa Herdeira Katherine e Princesa Maria da Gloria Orleans-Bragança tem o prazer de anunciar que S.A.R. Príncipe Philip está noivo da Srta. Danica Marinkovic, filha do Sr. Milan Marinkovich - Cile e Sra. Beba Marinkovic.
Um próximo anuncio acontecerá em relação a data e local do casamento."
domingo, 5 de abril de 2015
Mensagem de Páscoa do Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança
S.A.R.I. o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança felicitou o povo brasileiro, com ocasião da Páscoa que celebra-se neste domingo, 05 de abril.
"De Missa Solemni Vigiliae Paschalis
Irmãos, se já ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do céu, e não as da terra. Porque estais mortos e a vossa vida está oculta com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a vossa Vida, se manifestar, então aparecereis com Ele na glória
(Col 3, 1-4)
O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil envia aos brasileiros, de modo particular aos monarquistas e amigos da Família Imperial, seus melhores votos de Santa Páscoa, com todas as graças do Senhor Jesus Cristo Ressuscitado.
A.D.2015."
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Aniversário do Museu Imperial
S.A.R.I. o Príncipe D. Antônio e S.A.R.I. a Princesa Christine estiveram presentes na comemoração dos 75 anos do Museu Imperial. Na ocasião, foram apresentadas peças recentemente adquiridas pelo Museu, o Coral Dó Ré Mi se apresentou, foi inaugurada a Galeria Petrópolis, o novo portal eletrônico do Museu foi lançado, assim como o ‘4º Almanaque de Petrópolis’.
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| Foto: Reprodução |
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Mensagem de Natal do Chefe da Casa Imperial Brasileira
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| Foto: Reprodução/Facebook |
"GLORIA IN EXCELSIS DEO.
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS!
Belém, pequena cidade localizada entre vinhedos e olivais, na Judéia, viu nascer, em tempos imemoriais, o grande rei David, o ungido do Senhor, que recebeu mesmo, segundo as Sagradas Escrituras muitos dons, como o da música, da poesia e dos salmos. A este mesmo local, séculos mais tarde, haveriam de chegar dois descendentes de sua real estirpe, Maria e José, a fim de cumprirem as exigências do imperador César Augusto. Ordenou ele o primeiro recenseamento do Império Romano, impondo a todo chefe de família ir alistar-se em sua cidade de origem. Maria, prestes a dar à luz, acompanhou José em penoso percurso desde Nazaré, sobre um burrico. Lá chegando, devido ao grande acúmulo de viandantes, não encontraram hospedagem e, batendo de porta em porta, ninguém lhes deu abrigo. Maria pressentia que o nascimento de seu Filho estava próximo. Era noite, fazia frio. Foi-lhes então indicada uma gruta transformada em estábulo, onde jamais entrara um raio de sol. À luz de uma lanterna, o casal viu que tudo estava asseado. De um lado notava-se uma vaquinha, a que se juntou o burrico, e de outro uma manjedoura. Estava assim composto o cenário para o maior acontecimento da História, o nascimento do Menino-Deus, o Rei dos Reis.
Quanta lição nos é transmitida nesta singela e ao mesmo tempo grandiosa narrativa! E é com o espírito elevado aos céus, e de joelhos diante da representação da mesma cena, o Santo Presépio, que rogo à Sagrada Família - Jesus, Maria e José - esteja neste Natal presente no coração de cada brasileiro, especialmente dos monarquistas, para que se beneficiem das mesmas graças daquela noite esplendorosa. E que a Luz do Menino Jesus, durante 2015, ilumine os nossos passos na caminhada determinada e sempre confiante que é o dever de todo cristão, ainda quando em tempos adversos.
Dom Luiz de Orleans e Bragança"
Fonte: Pró Monarquia
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Evento em homenagem à Titia Vellenga
S.A.R.I. o Príncipe D. Antônio de Orleans e Bragança, S.A.R.I. a Princesa Christine, S.A.R.I. a Princesa Maria Gabriela e a Princesa Alix de Ligne, estiveram presentes na homenagem à Titia Vellenga, representante da The European Fine Art Fair, uma das mais conceituadas feiras de arte e antiguidades do mundo.
Fonte: Pró-Monarquia
Fonte: Pró-Monarquia
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| Foto: Pró Monarquia |
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| Foto: Pró Monarquia |
sábado, 1 de novembro de 2014
Príncipe João Philippe e Yasmine Paranaguá esperam primeiro filho
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| Yasmine e João Philippe em agosto de 2013. Foto: Denise Leão |
A filha do Casal junta-se assim ao nascimento do segundo filho dos Duques de Cambridge, que nascerá em abril de 2015.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Mensagem do Príncipe D. Luiz sobre as Eleições 2014
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| Foto: Blog Monarquia Já |
Para esclarecimento sobretudo dos mais jovens, tomo como definição de Lei Natural ou Direito Natural a de São Paulo: “É a lei escrita pelo dedo de Deus na alma do homem”. Podemos complementar com outras, como a de Cícero: “É o que emana da própria natureza, independentemente da vontade do homem”. E Aristóteles: O Direito Natural “é invariável no espaço e no tempo, insuscetível de variação pelas opiniões individuais ou pela vontade do homem. Ele reflete a natureza como foi criada”. E quais são os Direitos Naturais? Basicamente o direito à vida, à educação, à cultura, a constituir família, ao trabalho, ao salário justo e familiar, à propriedade, à prática da Religião. São direitos que antecedem ao Estado, que este deve garantir e sobre os quais não pode legislar a seu bel prazer; não são concessões dele.
O Papa Bento XVI, discursando em 30-3-2006 para participantes de congresso promovido pelo Partido Popular Europeu, denominou de “princípios que não são negociáveis” os referentes à Lei Natural. Entre os princípios inegociáveis, citou explicitamente a “tutela da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento da concepção até a morte natural; o reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimônio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu caráter particular e o seu papel social insubstituível; e a tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos”.
Em vista disso, é imprescindível que os monarquistas se abstenham de votar em candidatos que contrariem tais ensinamentos, bem como em partidos cujo conteúdo programático afronta a Lei de Deus.
sábado, 16 de agosto de 2014
Casamento da Princesa Amélia e James Spearman
Um casamento é motivo de alegria e este sábado a Família Imperial brasileira esteve no Rio de Janeiro para acompanhar a Princesa Amélia, filha dos Príncipes Antônio e Christine e sobrinha do Chefe da Casa Imperial D. Luiz Gastão, em seu casamento com o membro de uma família de baronetes James Spearman. A cerimônia, aconteceu na Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo – Antiga Sé e Capela Imperial do Rio de Janeiro, sendo oficializada pelo Padre Jorge Luiz Pereira das Neves, sendo auxiliado pelo Padre Alessandro de Bourbon Dos-Sicílias, primo da Princesa Amélia, e pelo Padre Silmar Alves Fernandes, pároco da Igreja. O Padre Jorge Luiz Pereira das Neves, leu uma mensagem de felicitação do Papa Francisco.
A Princesa Amélia, até então quarta na linha sucessória ao trono do Brasil, chegou a igreja com seu pai, o Príncipe Antonio. A brasileira elegeu para a ocasião um vestido desenhado pela estilista britânica Emilia Wickstead e uma tiara pertencente à família materna, a Casa Principesca de Ligne. Já o noivo utilizou um tradicional fraque e o tartan de sua família, que possui um quadriculado único.
Os pequenos Samuele Bridge, Eduardo de Orleans e Bragança de Carvalho Moreira, Pedro de Orleans e Bragança Mendes, Matilde Figuerola-Ferreti, Maria Sofia de Orleans e Bragança Moreira, Maria de Orleans e Bragança Ratto e Stella Schrader atuaram com pajens e damas de honra.
Um dos hinos tocados durante a cerimônia foi "Immortal Invisible God". Após a benção final e a assinatura dos padrinhos como testemunhas, aconteceu uma recepção no Palacete do Conde Modesto Leal, nas Laranjeiras. O Palacete foi ornamentado com telas da tia da Princesa Amélia, a Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança.
Entre os convidados estiveram presentes a Princesa Isabel, Duquesa de Bragança, o Príncipe Afonso, Príncipe da Beira, o Infante D. Dinis, Duque do Porto, a Infanta Maria Francisca, a Arquiduquesa Alexandra, Embaixatriz Riesle, o Embaixador Héctor Riesle, a Arquiduquesa Maria-Laura da Áustria-Este, Princesa da Bélgica, o Príncipe Ludwig da Baviera, o Príncipe Casimir das Dos Sicílias, o Príncipe Luis Afonso das Dos Sicílias, a Princesa Charlotte de Nassau, a Princesa Anunciata de Liechtenstein, a Princesa Louise de Stolberg e a Princesa Xenia de Croÿ.
Antes de seu casamento, a Princesa Dona Amélia renunciou aos seus direitos dinásticos e sucessórios, em seu nome e em nome de toda a sua eventual descendência.
O Chefe da Casa Imperial do Brasil, D. Luiz Gastão, não compareceu à cerimônia já que não reconheceu o enlace como digno de gerar herdeiros ao trono brasileiro. Porém acompanhou à sobrinha em oração.
O Casal continuará residindo em Londres, onde a Princesa Amélia trabalha no escritório de arquitetura e design de interiores Camu & Morrison e James trabalha no Stanhope Capital Investimentos.
O novo título de Amélia é Sua Alteza Real a Princesa Amélia de Orléans-Bragança, Sra. Spearman, visto que para a Família Imperial o noivo foi considerado um plebeu.
Fotos: Tesouras & Tiaras Facebook
A Princesa Amélia, até então quarta na linha sucessória ao trono do Brasil, chegou a igreja com seu pai, o Príncipe Antonio. A brasileira elegeu para a ocasião um vestido desenhado pela estilista britânica Emilia Wickstead e uma tiara pertencente à família materna, a Casa Principesca de Ligne. Já o noivo utilizou um tradicional fraque e o tartan de sua família, que possui um quadriculado único.
Os pequenos Samuele Bridge, Eduardo de Orleans e Bragança de Carvalho Moreira, Pedro de Orleans e Bragança Mendes, Matilde Figuerola-Ferreti, Maria Sofia de Orleans e Bragança Moreira, Maria de Orleans e Bragança Ratto e Stella Schrader atuaram com pajens e damas de honra.
Um dos hinos tocados durante a cerimônia foi "Immortal Invisible God". Após a benção final e a assinatura dos padrinhos como testemunhas, aconteceu uma recepção no Palacete do Conde Modesto Leal, nas Laranjeiras. O Palacete foi ornamentado com telas da tia da Princesa Amélia, a Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança.
Entre os convidados estiveram presentes a Princesa Isabel, Duquesa de Bragança, o Príncipe Afonso, Príncipe da Beira, o Infante D. Dinis, Duque do Porto, a Infanta Maria Francisca, a Arquiduquesa Alexandra, Embaixatriz Riesle, o Embaixador Héctor Riesle, a Arquiduquesa Maria-Laura da Áustria-Este, Princesa da Bélgica, o Príncipe Ludwig da Baviera, o Príncipe Casimir das Dos Sicílias, o Príncipe Luis Afonso das Dos Sicílias, a Princesa Charlotte de Nassau, a Princesa Anunciata de Liechtenstein, a Princesa Louise de Stolberg e a Princesa Xenia de Croÿ.
Antes de seu casamento, a Princesa Dona Amélia renunciou aos seus direitos dinásticos e sucessórios, em seu nome e em nome de toda a sua eventual descendência.
O Chefe da Casa Imperial do Brasil, D. Luiz Gastão, não compareceu à cerimônia já que não reconheceu o enlace como digno de gerar herdeiros ao trono brasileiro. Porém acompanhou à sobrinha em oração.
O Casal continuará residindo em Londres, onde a Princesa Amélia trabalha no escritório de arquitetura e design de interiores Camu & Morrison e James trabalha no Stanhope Capital Investimentos.
O novo título de Amélia é Sua Alteza Real a Princesa Amélia de Orléans-Bragança, Sra. Spearman, visto que para a Família Imperial o noivo foi considerado um plebeu.
Fotos: Tesouras & Tiaras Facebook
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Ailton Pitombo |
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| Foto: Ailton Pitombo |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
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| Foto: Ailton Pitombo |
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| Foto: Ailton Pitombo |
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| Foto: Reprodução/Facebook |
domingo, 13 de julho de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Família Imperial do Brasil
A Família Imperial brasileira consiste no Príncipe Luís Gastão de Orléans e Bragança (nascido em 1938), no Príncipe Bertrand Maria de Orléans e Bragança (nascido em 1941), o Príncipe Antônio João de Orléans e Bragança (nascido em 1950), a Princesa Christine de Orléans e Bragança (nascida em 1955), o Príncipe Rafael Antônio de Orléans e Bragança (nascido em 1986), a Princesa Amélia Maria de Orléans e Bragança (nascida em 1984), a Princesa Maria Gabriela de Orléans e Bragança (nascida em 1989) e a Princesa Isabel de Orléans e Bragança (nascida em 1944).
S.A.I. R. o Príncipe Luís Gastão de Orléans e Bragança
Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach, Imperador de jure do Brasil, Chefe da Casa Imperial do Brasil, sucedeu na chefia da Casa Imperial, aos 43 anos, em 05 de julho de 1981 sucedendo seu pai, o Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança.
Luís Gastão nasceu em 06 de junho de 1938, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Luís Gastão nunca se casou.
S.A.I.R. o Príncipe Bertrand Maria de Orléans e Bragança
Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach, Príncipe de jure do Brasil, é o segundo na linha de sucessão ao trono do Brasil
Bertrand José nasceu em 02 de fevereiro de 1941, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Bertrand nunca se casou.
S.A.I.R. o Príncipe Antônio João de Orléans e Bragança
Antônio João Maria José Jorge Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleáns e Bragança, Príncipe do Brasil, futuro Imperador de jure do Brasil.
Antônio João nasceu em 24 de junho de 1950, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Antônio João casou-se com Christine Marie Elisabeth de Ligne em 26 de setembro de 1981. O Casal teve quatro filhos o Príncipe Pedro Luís, a Princesa Amélia Maria, o Príncipe Rafael Antônio e a Princesa Maria Gabriela.
S.A.I.R a Princesa Christine de Orléans e Bragança
Christine Marie Elisabeth, nasceu em Beloiel em 11 de agosto de 1955. Filha de Antônio, 13.° príncipe de Ligne e da Princesa Alice de Ligne.
Christine e o Príncipe Antônio conheceram-se em Munique, em 1980. Eles casaram-se m 26 de setembro de 1981. O Casal teve quatro filhos o Príncipe Pedro Luís, a Princesa Amélia Maria, o Príncipe Rafael Antônio e a Princesa Maria Gabriela.
S.A.I.R. o Príncipe Rafael Antônio de Orléans e Bragança
Rafael Antônio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga de Orléans e Bragança, Príncipe do Brasil, nascido em 24 de abril de 1986, como o terceiro filho do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
S.A.I.R. a Princesa Amélia Maria de Orléans e Bragança
Amélia Maria de Fátima Josefa Antônia Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança, Princesa do Brasil, nasceu em 15 de março de 1984.
É a segunda filha do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
S.A.I.R. a Princesa Maria Gabriela de Orléans e Bragança
Maria Gabriela Josefa Fernanda Iolanda Miguela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança, Princesa do Brasil, nasceu em 8 de junho de 1989.
É a quarta filha do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
S.A.I. R. o Príncipe Luís Gastão de Orléans e Bragança
Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach, Imperador de jure do Brasil, Chefe da Casa Imperial do Brasil, sucedeu na chefia da Casa Imperial, aos 43 anos, em 05 de julho de 1981 sucedendo seu pai, o Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança.
Luís Gastão nasceu em 06 de junho de 1938, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Luís Gastão nunca se casou.
S.A.I.R. o Príncipe Bertrand Maria de Orléans e Bragança
Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach, Príncipe de jure do Brasil, é o segundo na linha de sucessão ao trono do Brasil
Bertrand José nasceu em 02 de fevereiro de 1941, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Bertrand nunca se casou.
S.A.I.R. o Príncipe Antônio João de Orléans e Bragança
Antônio João Maria José Jorge Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleáns e Bragança, Príncipe do Brasil, futuro Imperador de jure do Brasil.
Antônio João nasceu em 24 de junho de 1950, filho do Príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança, que morreu em 1981, e da Princesa Maria Isabel da Baviera, que morreu em 2011.
O Príncipe Antônio João casou-se com Christine Marie Elisabeth de Ligne em 26 de setembro de 1981. O Casal teve quatro filhos o Príncipe Pedro Luís, a Princesa Amélia Maria, o Príncipe Rafael Antônio e a Princesa Maria Gabriela.
S.A.I.R a Princesa Christine de Orléans e Bragança
Christine Marie Elisabeth, nasceu em Beloiel em 11 de agosto de 1955. Filha de Antônio, 13.° príncipe de Ligne e da Princesa Alice de Ligne.
Christine e o Príncipe Antônio conheceram-se em Munique, em 1980. Eles casaram-se m 26 de setembro de 1981. O Casal teve quatro filhos o Príncipe Pedro Luís, a Princesa Amélia Maria, o Príncipe Rafael Antônio e a Princesa Maria Gabriela.
S.A.I.R. o Príncipe Rafael Antônio de Orléans e Bragança
Rafael Antônio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga de Orléans e Bragança, Príncipe do Brasil, nascido em 24 de abril de 1986, como o terceiro filho do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
S.A.I.R. a Princesa Amélia Maria de Orléans e Bragança
Amélia Maria de Fátima Josefa Antônia Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança, Princesa do Brasil, nasceu em 15 de março de 1984.
É a segunda filha do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
S.A.I.R. a Princesa Maria Gabriela de Orléans e Bragança
Maria Gabriela Josefa Fernanda Iolanda Miguela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança, Princesa do Brasil, nasceu em 8 de junho de 1989.
É a quarta filha do Príncipe Antônio e da Princesa Christine.
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domingo, 22 de dezembro de 2013
Discurso de Natal do Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança
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| Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial Brasileira |
"Na festa do Santo Natal há várias noções que por assim dizer se superpõem. Antes de tudo, o nascimento do Menino Deus torna patente a nossos olhos o fato da Encarnação. É a segunda Pessoa da Santíssima Trindade que assume natureza humana e se faz carne por amor de nós. Ademais, é o início da existência terrena do Senhor. Um início refulgente de claridades, que contém em si um antegosto de todos os episódios admiráveis de Sua vida pública e privada. No alto desta perspectiva está sem dúvida a Cruz. Mas, nas alegrias do Natal mal divisamos o que ela tem de sofrimento. Vemos apenas jorrar do alto dela, sobre nós, a Redenção. O Natal é assim o prenúncio da libertação, o sinal de que as portas do Céu vão ser reabertas, a graça de Deus vai novamente difundir-se sobre os homens, e a terra e o Céu constituirão outra vez uma só sociedade sob o cetro de um Deus Pai, e não mais apenas Juiz. Se analisarmos detidamente cada uma destas razões de alegria, compreenderemos o que é o júbilo do Natal, este gáudio cristão ungido de paz e de caridade que faz com que durante alguns dias todos os homens experimentem um sentimento bem raro nestes tristes dias atuais: a alegria da virtude.
Jesus Cristo nos veio mostrar que a graça abre para nós as veredas da virtude, que torna possível na Terra a verdadeira alegria, que não nasce dos excessos e das desordens do pecado, mas do equilíbrio, da bem-aventurança, da ascese. O Natal nos faz sentir a alegria de uma virtude que se tornou praticável, e que é na Terra um antegozo da bem-aventurança do Céu.
Durante todo 2013 tive a alegria de conhecer leais monarquistas que me enviaram mensagens pelo site da Casa Imperial, que me vieram visitar ou que mandaram recomendações através de meus irmãos, especialmente D. Bertrand e D. Antonio, em viagens pelo Brasil afora. Conheci assim o trabalho destes bravos conterrâneos, sua dedicação e seu desprendimento. Constatei que nossas fileiras multiplicaram-se surpreendentemente e que podemos e vamos fazer muito mais juntos, apesar do Brasil estar sofrendo inúmeros embates e a impressão de que, por toda parte, seus inimigos se agigantam. Agradeço a todos a imensa ajuda no sentido de manter intacta a Terra de Santa Cruz em sua integridade, em sua riqueza, em sua brasilidade, especialmente em sua Fé.
Em meu nome e de toda Família Imperial desejo a todos um Feliz e Santo Natal, e que o Ano Novo seja abençoado com as melhores graças do Menino Jesus e de sua Santíssima Mãe."
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Dom Luiz desaconselha formação de partido
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| D. Luiz de Orleans e Bragança |
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